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FONASEFE: INCLUIR O FUNCIONALISMO NO ORÇAMENTO 2023 É NECESSÁRIO E URGENTE

  • Foto do escritor: Sinds-UFSJ
    Sinds-UFSJ
  • 5 de ago. de 2022
  • 2 min de leitura


Após o encerramento da Jornada de Lutas em Defesa do Serviço Público e da Democracia, o Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe) e as entidades que o compõem, entre elas a Fasubra Sindical, formalizaram um documento ressaltando a necessidade de se garantir o reajuste salarial dos servidores públicos federais em 2023. O documento será entregue a parlamentares como forma de pressionar o governo federal.


Na carta, as entidades ressaltam o descaso do Governo Bolsonaro para com a categoria, não concedendo o reajuste e ignorando todas as tentativas de negociação propostas. O documento lembra ainda que o reajuste é um direito previsto pela Constituição, mas que para diversas categorias do funcionalismo não ocorre há quase seis anos.


“Esperamos a ação imediata dos parlamentares para que alterem esse cenário”, frisa o manifesto.


Questionando a quem interessa o encolhimento do Estado e dos direitos básicos do povo brasileiro, ressaltam que o momento é urgente. Tendo em vista que as discussões em torno da Lei Orçamentária Anual (LOA) e da Lei de Diretrizes Orçamentária (LDO) estão no centro do debate.


“Nossa reivindicação agora é que o Congresso trabalhe para que seja garantido no Orçamento a recomposição inflacionária daqueles que garantem os serviços públicos para toda a sociedade”, afirmam as entidades.


O documento refuta o discurso do Governo Federal de que não existem recursos financeiros para custear a recomposição salarial dos servidores, destacando que o investimento nos serviços prestados a população nunca foi uma prioridade do Governo Bolsonaro.


Confira o documento completo:


Reajuste para 2023


Na última terça (2), a Fasubra e as demais entidades que compõem o Fonasefe participaram de uma reunião com o coordenador-geral de Negociação Sindical no Serviço Público do Ministério da Economia, José Borges de Carvalho Filho, para debater o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2023 e o orçamento para a recomposição salarial.


Lembrando que a LOA tem que ser entregue até o dia 31 de agosto e o Ministério da Economia terá de apresentar até o dia 12 a proposta orçamentária, com recursos para o reajuste do próximo ano.


Ao final da reunião ficou definido que o coordenador-geral de Negociação Sindical no Serviço Público do Ministério da Economia levará a reivindicação das entidades do período inflacionário do governo Bolsonaro e retornará até o dia 24/08 para apresentar o que foi discutido no Ministério e qual a possibilidade de atender as entidades.


Para mais informações sobre o que foi discutido na reunião, clique aqui.


Em vídeo, o coordenador-geral da Fasubra Sindical, Toninho Alves, repassa os informes após a reunião. Confira aqui.


*Com informações do Fonasefe e da Fasubra Sindical


 
 
 

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